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Pormenor de exposição

:: Exposições no C.P.F.

Indispensável para responder a um público alargado, o calendário expositivo proporciona não apenas o conhecimento da evolução da fotografia, como as experiências pessoais e coletivas que marcaram a teoria e a prática fotográficas nacional e internacional. Conjugam-se assim os objetivos pedagógicos, sociais e artísticos, garantindo-se uma periodicidade regular ao longo do ano.
A programação do Centro Português de Fotografia tem procurado equilibrar a fotografia contemporânea e histórica, a fotografia portuguesa e internacional.

  | Horário – julho e agosto  
   
segunda a sexta
10h00 - 18h00

sábados, domingos e feriados (exceto à segunda-feira)
15h00 - 19h00

Horário nos restantes meses: clique aqui

O Centro Português de Fotografia encerra a 1 de janeiro, domingo de Páscoa, 1 de maio e 25 de dezembro
   
Entrada livre

Núcleo Museológico António Pedro Vicente | Exposição Permanente
Câmara fotográfica Leica Organizada por grupos tipológicos (ou “famílias”), a exposição inicia-se com exemplares raros de câmaras daguerreotípicas, percorrendo, em seguida, o longo período das câmaras de campo (em madeira) e das câmaras de estúdio, verdadeiras obras-primas da marcenaria da transição do século XIX-XX. São apresentados câmaras e visores estereoscópicos num percurso histórico-evolutivo, desde os primeiros exemplares às “descartáveis” atuais. O mesmo esquema de apresentação é seguido no caso das câmaras de fole, compreendendo exemplares raros, de grande valor estético e em magnífico estado de conservação.
O período de grande vulgarização da prática fotográfica amadora pode avaliar-se pela seleção de umas dezenas de “Caixotes”, de vários materiais e países. Também a época do fotojornalismo é revisitada, com uma bela coleção de câmaras 35mm, destacando-se as Leicas e um grande número de imitações desta câmara mítica. O mesmo acontece, no caso das câmaras de objetivas gémeas, com as Rolleis e suas inúmeras imitações, e nas médio formato com a Hasselblad e seus sucedâneos.
Uma sala é inteiramente dedicada ao império Kodak. Despertam sempre particular interesse do público as coleções de câmaras de espião e as miniaturas e subminiaturas.
Na cela que abrigou Camilo Castelo Branco, mostra-se uma seleção de câmaras especiais, destacando-se a Escopette de Darier e a Ermanox, bem como a câmara utilizada por Tavares da Fonseca nos seus extensos levantamentos aéreos de Portugal.
Mostram-se ainda exemplares de “jumelles”, câmaras de corpo rígido e instantâneas, percorrendo a história da Polaroid.
O Núcleo Museológico apresenta ainda uma variedade de materiais e equipamentos fotográficos: flashes, exposímetros, químicos e equipamento de laboratório.

Programa das Exposições

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“Projeto 15”
 © Daniela Alves

© Daniela Alves
     No final do seu curso os estudantes do Departamento de Artes da Imagem (ESMAE/IPP), desenvolvem um projeto autoral no qual aplicam técnicas e linguagens artísticas apreendidas no seu percurso académico, através da execução de um projeto prático. Na área de conhecimento de Fotografia o trabalho final está igualmente associado à realização de uma exposição coletiva pública que resulta de uma seleção de imagens dos diferentes projetos fotográficos. Este é portanto um laboratório de experimentação e ensaio para possíveis percursos profissionais e artísticos.

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“Fotografia - A imagem em processo”
 © Patrícia Bandeira

© Patrícia Bandeira
    Fotografia – A imagem em processo resulta de uma parceria entre alunos do Mestrado em Fotografia da Escola da Artes (UCP. Porto) e sócios da Associação para Cegos e Amblíopes de Portugal. As obras aqui expostas têm por base a reflexão do ato fotográfico enquanto criador de territórios, sendo que a imagem configura um lugar de passagem e de encontro.
Na segunda sala da exposição (sala da Extensão Cultural e Educativa) temos uma excelente oportunidade para conhecer os diferentes modos como a fotografia contemporânea se continua a reinventar mais de um século após a sua génese. Esta exposição apresenta os trabalhos de dois novos autores com uma abordagem conceptual completamente distinta que vai desde o retrato negociado à narrativa aberta que procura questionar a capacidade da fotografia enquanto documento. As complexas abordagens visuais de Cristina Neves e Hugo R. Costa comprovam a crescente vitalidade da fotografia enquanto uma inquestionável ferramenta de criação artística.

 
   
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PRÉMIO ESTAÇÃO IMAGEM 2015
VIANA DO CASTELO
 © Bruno Simões Castanheira

© Bruno Simões Castanheira
   O vencedor do PRÉMIO ESTAÇÃO IMAGEM 2015 VIANA DO CASTELO foi o fotojornalista freelancer Bruno Simões Castanheira, com uma reportagem sobre os efeitos da crise e das políticas de austeridade na sociedade portuguesa. Nesta sexta edição do concurso, o júri internacional destacou a qualidade dos trabalhos apresentados e o talento e a dedicação demonstrados pelo grupo de fotojornalistas candidatos.
Candidataram-se 354 reportagens, tendo sido atribuídos também prémios em sete diferentes categorias e ainda um prémio especial Noroeste Peninsular que nesta edição tinha como tema a Construção Naval. Este último coube a António Pedro Santos, fotojornalista do jornal i, pela reportagem “Batalha Naval” sobre a produção dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo.

 
       
         
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“PRESENTE”
BOLSA 2014 ESTAÇÃO IMAGEM | MORA
 © Hermano Noronha

© Hermano Noronha
   Projeto vencedor da Bolsa 2014 ESTAÇÃO IMAGEM | MORA, realizado por Hermano Noronha, que teve como objetivo documentar o estado atual da memória sobre a Guerra Colonial no Concelho de Mora.
“Quase todas as histórias irão morrer, é inevitável… mas hoje a Guerra Colonial é uma história que continua a existir, que decorre, qwue ainda não se encerrou no silêncio do pó dos livros ou no recôndito dos documentos. De quando em vez emergem testemunhos sobre essa época que se quer acreditar passada e arrumada. Mas a verdade é que falar sobre esses tempos ainda dói. A matemática é fácil de se fazer! – Estamos em 2015, portanto os então jovens e adultos de 1961 a 1974 são hoje homens na casa dos 60, 70 anos e cruzam-se connosco no café, nos transportes públicos, na fila do supermercado, na farmácia, por todo o lado e isso não nos é PRESENTE. …”

Hermano Noronha


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