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Pormenor de exposição

:: Exposições no C.P.F.

Indispensável para responder a um público alargado, o calendário expositivo proporciona não apenas o conhecimento da evolução da fotografia, como as experiências pessoais e coletivas que marcaram a teoria e a prática fotográficas nacional e internacional. Conjugam-se assim os objetivos pedagógicos, sociais e artísticos, garantindo-se uma periodicidade regular ao longo do ano.
A programação do Centro Português de Fotografia tem procurado equilibrar a fotografia contemporânea e histórica, a fotografia portuguesa e internacional.

  | Horário – setembro e outubro
   
terça a sexta-feira
10h00 - 18h00

sábados, domingos e feriados
15h00 - 19h00

Horário nos restantes meses: clique aqui

O Centro Português de Fotografia encerra a 1 de janeiro, domingo de Páscoa, 1 de maio e 25 de dezembro
 
Entrada livre

Núcleo Museológico António Pedro Vicente | Exposição Permanente
Câmara fotográfica Leica Organizada por grupos tipológicos (ou “famílias”), a exposição inicia-se com exemplares raros de câmaras daguerreotípicas, percorrendo, em seguida, o longo período das câmaras de campo (em madeira) e das câmaras de estúdio, verdadeiras obras-primas da marcenaria da transição do século XIX-XX. São apresentados câmaras e visores estereoscópicos num percurso histórico-evolutivo, desde os primeiros exemplares às “descartáveis” atuais. O mesmo esquema de apresentação é seguido no caso das câmaras de fole, compreendendo exemplares raros, de grande valor estético e em magnífico estado de conservação.
O período de grande vulgarização da prática fotográfica amadora pode avaliar-se pela seleção de umas dezenas de “Caixotes”, de vários materiais e países. Também a época do fotojornalismo é revisitada, com uma bela coleção de câmaras 35mm, destacando-se as Leicas e um grande número de imitações desta câmara mítica. O mesmo acontece, no caso das câmaras de objetivas gémeas, com as Rolleis e suas inúmeras imitações, e nas médio formato com a Hasselblad e seus sucedâneos.
Uma sala é inteiramente dedicada ao império Kodak. Despertam sempre particular interesse do público as coleções de câmaras de espião e as miniaturas e subminiaturas.
Na cela que abrigou Camilo Castelo Branco, mostra-se uma seleção de câmaras especiais, destacando-se a Escopette de Darier e a Ermanox, bem como a câmara utilizada por Tavares da Fonseca nos seus extensos levantamentos aéreos de Portugal.
Mostram-se ainda exemplares de “jumelles”, câmaras de corpo rígido e instantâneas, percorrendo a história da Polaroid.
O Núcleo Museológico apresenta ainda uma variedade de materiais e equipamentos fotográficos: flashes, exposímetros, químicos e equipamento de laboratório.

Programa das Exposições

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the portuguese prison photo project
 © Luis Barbosa

Viseu: Estabelecimento Prisional de Viseu

© Luis Barbosa
   Quem é que já viu uma prisão do lado de dentro? O projeto “the portuguese prison photo” lançou o repto no sentido de transmitir uma visão das prisões contemporâneas e históricas de Portugal. O resultado deste projeto estará patente no Centro Português de Fotografia (CPF), sediado na Antiga Cadeia e Tribunal da Relação do Porto. As imagens contemporâneas foram captadas por dois fotógrafos, o português Luis Barbosa e o suíço Peter M. Schulthess, em 2016/2017. As suas abordagens complementares são acrescidas de imagens históricas pertencentes aos arquivos nacionais. Para mais informações consulte www.prisonphotoproject.pt
 
“Retratos sem medo”
 © Sabine Jacobs

A place to go

© Sabine Jacobs
   Um dos grandes flagelos da nossa sociedade é a violência praticada por pessoas, com ou sem laços de sangue, para se apoderar ou controlar a próxima. Com o intuito de ajudar as pessoas vítimas desta adversidade, existem instituições prontas a ajudar como a APAV - Associação Portuguesa de Apoio à Vítima e a The Light Space. No entanto, também compete ao cidadão comum ajudar a acabar com este flagelo, dando apoio a estas instituições e também denunciando esses comportamentos. Como cidadão comum e ciente deste problema, o fotógrafo artístico Paulo Carvalho organizou uma exposição fotográfica, com a finalidade de angariar fundos para as instituições acima mencionadas, através da venda dos trabalhos expostos. Esses trabalhos artísticos pertencem a diversos fotógrafos internacionais, onde se destacam as conceituadas fotógrafas Brooke Shaden e Amani Alshaali, que gentilmente aceitaram em participar neste evento.
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“Projeto 17”
 © Ana Isabel Ferreira

   Se as fotografias podem testemunhar os excessos da existência humana, também é verdade que participam deles, como revela a crescente euforia tecnológica com os smartphones. Mesmo que não pareça evidente, a democratização do acesso à fotografia não a tornou mais fácil, pelo contrário, torna-se urgente não só aprender a fazer, como a pensar as imagens. Por isso encaramos a hibridização dos equipamentos fotográficos e a sua facilidade de utilização, como uma simplificação que os aproxima do lápis e de outras ferramentas essenciais da expressão intelectual e artística.

A pouco mais de duas décadas da celebração dos 200 anos da divulgação de um primeiro processo fotográfico viável, celebramos hoje o renascimento e vitalidade da Fotografia, lembrando que esta é uma descoberta científica coletiva, que acumula a investigação e o ‘desejo ardente’ de muitas pessoas ao longo da história e em diversas partes do mundo.

 
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“Contratempo”


   O projeto Contratempo é uma iniciativa social que visa o trabalho colaborativo entre pessoas com problemas de saúde mental (Associação Nova Aurora na Reabilitação e Reintegração Psicossocial - ANARP) e jovens da comunidade académica (Tuna Tecnologia da Saúde do Porto), com o objetivo de combate ao estigma face à doença mental, potenciando a inclusão comunitária. A utilização da música como veículo terapêutico contribui para o processo de reabilitação da pessoa com problemas de saúde mental através de vários mecanismos, aumentando os seus níveis de motivação e envolvimento, servindo como um meio de expressão emocional e promovendo a interação e criação de laços sociais. Nesse sentido, a metodologia do projeto envolve: a capacitação dos elementos do grupo na área da música, através de sessões dinamizadas pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, quer pelo Serviço Educativo da Casa da Música quer pela Fotografia da Escola Superior de Media Artes e Design a participação ativa na organização e apresentação das peças musicais e da fotografia desenvolvidas ao público; e, o envolvimento na conceção e divulgação de materiais/eventos para aumento da literacia na área da saúde mental.

Em Contratempo falamos de Retrato e Autorretrato que valoriza a autoestima de quem participa, inclui-se participantes da ANARP e da Tuna Musical da Escola Superior de Saúde. A relevância do espaço expositivo público (CPF) como reconhecimento do sucesso da imagem e da representação do eu.
Este projeto aborda uma nova linguagem imagética que dialoga com outras áreas afins, como a música, contribuindo para novas maneiras de pensar e olhar o outro. Neste tipo de representação, através do retrato, não existe uma imagem estática, o que é refletido é uma fenda nos preconceitos, em que se valoriza a essência de cada um, através de um olhar, de um gesto, de um sorriso, tendo como resultado o bem-estar e a autoestima.
No projeto Contratempo, ao produzir imagens fotográficas, estas, além de elevarem a autoestima da pessoa com necessidades, valorizam também as diferenças, gerando empatia e dignidade de cada um. O projeto envolveu progressivamente cada pessoa na escolha do contexto em que foi fotografado, num plano mais informal, ou descontraído, no quadro de uma estética e de valores diferentes, abertas à emoção, ao olhar, ao afeto, à autoestima. Os sujeitos fotografados apresentam expressões de alegria, de despreocupação, de admiração, construindo uma narrativa em que a "diferença" é o principal elemento a ser evidenciado, sendo eles próprios participantes ativos na construção das suas imagens. Este projeto, representa um processo estruturado em equipa, associada à individualidade de cada sujeito fotografado, que embora conservem as suas individualidades, pertencem a uma identidade coletiva. A caraterística intrínseca da fotografia é ela falar por si, sem precisar de descrição. Susan Sontag afirmara que "não se pode dizer mais do que se vê."

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