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Pormenor de exposição

:: Exposições no C.P.F.

Indispensável para responder a um público alargado, o calendário expositivo proporciona não apenas o conhecimento da evolução da fotografia, como as experiências pessoais e coletivas que marcaram a teoria e a prática fotográficas nacional e internacional. Conjugam-se assim os objetivos pedagógicos, sociais e artísticos, garantindo-se uma periodicidade regular ao longo do ano.
A programação do Centro Português de Fotografia tem procurado equilibrar a fotografia contemporânea e histórica, a fotografia portuguesa e internacional.

  | Horário – novembro a fevereiro 2016  
   
terça a sexta
10h00 - 12h30 / 14h00 - 17h00

sábados, domingos e feriados (exceto à segunda-feira)
15h00 - 19h00

Horário nos restantes meses: clique aqui

O Centro Português de Fotografia encerra a 1 de janeiro, domingo de Páscoa, 1 de maio e 25 de dezembro
   
Entrada livre

Núcleo Museológico António Pedro Vicente | Exposição Permanente
Câmara fotográfica Leica Organizada por grupos tipológicos (ou “famílias”), a exposição inicia-se com exemplares raros de câmaras daguerreotípicas, percorrendo, em seguida, o longo período das câmaras de campo (em madeira) e das câmaras de estúdio, verdadeiras obras-primas da marcenaria da transição do século XIX-XX. São apresentados câmaras e visores estereoscópicos num percurso histórico-evolutivo, desde os primeiros exemplares às “descartáveis” atuais. O mesmo esquema de apresentação é seguido no caso das câmaras de fole, compreendendo exemplares raros, de grande valor estético e em magnífico estado de conservação.
O período de grande vulgarização da prática fotográfica amadora pode avaliar-se pela seleção de umas dezenas de “Caixotes”, de vários materiais e países. Também a época do fotojornalismo é revisitada, com uma bela coleção de câmaras 35mm, destacando-se as Leicas e um grande número de imitações desta câmara mítica. O mesmo acontece, no caso das câmaras de objetivas gémeas, com as Rolleis e suas inúmeras imitações, e nas médio formato com a Hasselblad e seus sucedâneos.
Uma sala é inteiramente dedicada ao império Kodak. Despertam sempre particular interesse do público as coleções de câmaras de espião e as miniaturas e subminiaturas.
Na cela que abrigou Camilo Castelo Branco, mostra-se uma seleção de câmaras especiais, destacando-se a Escopette de Darier e a Ermanox, bem como a câmara utilizada por Tavares da Fonseca nos seus extensos levantamentos aéreos de Portugal.
Mostram-se ainda exemplares de “jumelles”, câmaras de corpo rígido e instantâneas, percorrendo a história da Polaroid.
O Núcleo Museológico apresenta ainda uma variedade de materiais e equipamentos fotográficos: flashes, exposímetros, químicos e equipamento de laboratório.

Programa das Exposições

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Acesso condicionado por obras de manutenção
 © Centro Português de Fotografia



© Centro Português de Fotografia
     Tendo o CPF, no decorrer de 2015, acolhido mais de 100.000 visitantes (104.154 visitantes, nacionais e estrangeiros), 2016 será um ano de mudança porque o Edifício da ex-Cadeia e Tribunal da Relação do Porto, a nossa sede irá ser alvo de obras de manutenção.
Estas obras de reabilitação são fundamentais para a preservação do edifício e para permitir que cumpra a sua função de acolher o património fotográfico à guarda do CPF, permitindo concretizar a missão deste arquivo de fotografia.
As obras de manutenção já começaram, não estando previsto o encerramento do CPF ao público.
Contudo poderão encontrar-se encerradas zonas de acesso público, estando o acesso ao Centro de Exposições, bem como aos restantes serviços condicionado pelo decurso das obras (ver mais informação no Destaque 5).

A equipa do CPF fará o possível para minimizar o impacto das obras e para que, no final do ano, concluídas as obras, a nossa sede tenha ainda melhores condições para acolher os nossos visitantes.
Continuamos com o mesmo objetivo:

TER UM MUNDO DE IMAGENS À SUA ESPERA!

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“A Foz do Douro”
 © PT/CPF/AMB/0001/000073

Banhos na praia - Foz, Porto

© PT/CPF/AMB/0001/000073
    Em 2016 o CPF dá continuidade ao projeto “CPF Fora de Portas” e neste contexto à parceria com o Shopping Cidade do Porto. Com o início de um ano novo, inaugura também uma nova exposição.
A exposição “A Foz do Douro” apresenta uma seleção de imagens do Fundo Alberto Marçal Brandão pertencente ao acervo do Centro Português de Fotografia.
A proposta de revisitação da Foz do Douro é feita através de um conjunto de fotografias que procuram transmitir a visão dos costumes na Foz do séc. XIX onde, o turismo balnear e as facilidades proporcionadas pelo desenvolvimento dos transportes contribuíram para atrair antigas famílias aristocráticas e a elite burguesa do Porto, que aí fixaram as suas residências de Verão.

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“40 anos, 40 fotografias, 40 fotógrafos”
 © Hélder Coelho

Jump

© Hélder Coelho
   A exposição “40 anos, 40 fotografias, 40 fotógrafos” é organizada pelo Provedor de Justiça no âmbito das comemorações dos 40 anos deste órgão do Estado e tem como objetivo divulgar as suas áreas de intervenção e promover a fotografia enquanto forma de expressão artística.

Expõem-se 40 fotografias que pretendem retratar a missão do Provedor de Justiça enquanto órgão que tem a tutela do património imaterial de toda a comunidade: a defesa da dignidade da pessoa humana e dos direitos humanos.

Esta exposição é composta por imagens que ganharam um concurso de fotografia que decorreu entre 1 de março e 31 de maio do presente ano e encerra em si uma parceria com o Centro Português de Fotografia e com Olhares.com – Fotografia online.

 
 
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“Madrid Off”
 © Óscar Carrasco

Bunker del General Miaja

© Óscar Carrasco
   Um projeto que se configura como uma cartografia de espaços abandonados ou não utilizados da Comunidade de Madrid.
Expõem-se 24 fotografias de Óscar Carrasco que nos mostram um território paralelo, uma topografia formada por diferentes tipologias arquitetónicas. Imóveis desconhecidos, recantos inexplorados ou paisagens periféricas, que criam um catálogo singular que se pode ler como uma única ruína contemporânea, uma miragem temporal desse outro Madrid. Uma arquitetura que, apesar da “modernidade” que pôde significar na sua época, desapareceu da nossa vista, passou a fazer parte do prescindível, que se foi apagando pouco a pouco convertendo-se em ruínas por não usada ou como reflexo de um mundo já caduco.
Óscar Carrasco, um fotógrafo que capta a luz e a atmosfera, que sabe potenciar os pormenores para criar com as suas imagens novas interpretações dos espaços refletidos.

 
   

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